“A revolta das vísceras tanto pode ser uma reação física, escatológica, quando um movimento de combustão interior, um vulcão que entra em erupção, um movimento de vida. A obra de Moura captura esse mergulho entre o corpo físico e as emoções perpassadas pela violência da tortura, da perda de gente querida, e daquele que fora o grande amor da protagonista.”
Cristiane Lira, tese de doutorado, Universidade da Georgia, 2016, pp 132-133